Ser mãe é o sonho de muitas mulheres e, no Brasil, a cesariana é o método mais escolhido por elas para dar à luz. Apesar de ser um procedimento seguro e confiável, a cesariana é uma cirurgia e pode apresentar intercorrências no processo de cicatrização, especialmente em pacientes com fatores de risco como diabetes, obesidade ou anemia. Nesses casos, a oxigenoterapia hiperbárica surge como uma opção terapêutica adjuvante importante.
O médico da clínica OHM, Dr. Thiago Lima, destaca que a terapia hiperbárica não é indicada para todas as pacientes submetidas à cesariana. “Ela é recomendada como tratamento complementar em situações específicas, como nos casos em que a mulher apresenta infecção na ferida operatória, celulite extensa, deiscência de sutura infectada, abscessos profundos, necrose de tecidos e complicações raras”, explica.

O médico frisa que a oxigenoterapia não substitui antibióticos ou cuidados cirúrgicos, mas atua como tratamento complementar, acelerando a recuperação e melhorando desfechos clínicos. “A decisão deve sempre ser tomada em conjunto entre o obstetra, o cirurgião e o médico hiperbárico, considerando o quadro clínico da paciente”, afirma Dr. Thiago.
Nesse tratamento, a paciente entra em uma câmara pressurizada, onde ela vai respirar oxigênio a 100% sob pressão atmosférica aumentada. “Esse processo aumenta a oferta de oxigênio aos tecidos, estimula a formação de novos vasos sanguíneos, potencializa a ação dos antibióticos, auxilia no controle de infecções, reduz edema e inflamação”, diz.
Portanto, a terapia pode reduzir o tempo de cicatrização, diminuir a necessidade de reabordagem cirúrgica, controlar a infecção mais rapidamente, preservar tecidos viáveis e reduzir o tempo de internação.
OHM HIPERBÁRICA
UNIDADE I
Hosp. São João Batista Sl A – Rua Dr. João Cupertino, 391- Centro – Macaé/RJ
UNIDADE II
Rua Dr. Bueno, 627 – Imbetiba – Macaé/RJ
E-mail: oxigenioterapia@yahoo.com.br
Instagram: @hiperbaricamacae
Tel. 22 2759-9082 / 22 99104-3406 / 22 2142-5557